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Fluminense impõe quinta derrota seguida ao Atlético Paranaense e sobe na tabela

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© Lucas Merçon Fluminense impõe quinta derrota seguida ao Atlético Paranaense e sobe na tabela

oGol/ogol.com.br

Mais eficiente, e fatal nos contra-ataques, o Fluminense impôs a quinta derrota seguida ao Atlético Paranaense fazendo 2 a 0, no Maracanã, com um gol contra de Thiago Heleno e um tento de Marcos Júnior.

Se por um lado o Tricolor sobe na tabela do Campeonato Brasileiro, alcançando o quinto lugar, em contraponto o Furacão segue na zona de rebaixamento. Já são sete partidas sem vencer, com cinco derrotas seguidas (quatro pelo Brasileiro).

Flu mostra eficiência

Enquanto o Atlético Paranaense tocava a bola sem muita objetividade, o Fluminense conseguia mais eficiência no ataque, conseguindo fazer com que Santos trabalhasse.

A primeira chance tricolor veio com cobrança de falta forte de Sornoza: o goleiro fez grande defesa. Pedro, em jogada individual, também acertou a meta, mas parou em Santos. Jadson tentou de fora, e Santos pegou novamente.

O time de Fernando Diniz, aos poucos, foi mostrando menos paciência para tocar a bola e tentou, enfim, um lançamento. Raphael Veiga recebeu na área e bateu cruzado, parando em Júlio César.

Mas o Tricolor seguiu melhor no jogo, e conseguiu, após bela jogada, o gol. Jadson tabelou com Gilberto e bateu, Santos soltou e a bola desviou em Thiago Heleno para entrar.

O Furacão mostrou objetividade e chegou perto de empatar em dois lances seguidos. Os cariocas, recuados, esperavam a chance de um contra-ataque. Após um deles, Sornoza assustou.

Os donos da casa voltaram a pegar o rival em contragolpe com Marcos Júnior, e aí não houve jeito. Jadson deixou o atacante na cara do gol, e o toque, por cima de Santos, acabou na rede.

Contra-ataque segue como arma 

O Flu seguiu com a mesma estratégia no segundo tempo, de se fechar e buscar o contragolpe. Os espaços seguiram aparecendo, e Gilberto teve ótima chance de marcar, mas parou em Santos.

O Rubro-Negro seguia aparecendo com frequência no ataque, mas sem eficiência. As chances apareciam, mas faltava mais capricho para finalizar os lances.

Diniz tentou mudar o ataque, mas as conclusões seguiam imperfeitas. Bill, que saiu do banco, teve chance quase na pequena área, mas acertou Júlio César. A derrota não pôde ser contestada… A corda está no pescoço de Diniz.

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