Home Petrolina Morte de grávida durante parto no HDM causa revolta de familiares

Morte de grávida durante parto no HDM causa revolta de familiares

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Ascom/HDM-Imip


O Hospital Dom Malan (HDM)/Imip, em Petrolina, registrou na noite de ontem (10) mais uma morte de gestante. Os familiares de Alexsandra Gomes de Oliveira, de 39 anos, acusam a unidade de negligência, pois dizem que ela deu entrada na unidade na última sexta-feira (8), já perdendo líquido. Eles contaram que Alexsandra tinha feito exames e ultrassonografias, e todos teriam comprovado que ela estaria bem. Na noite de ontem, a gestante morreu durante uma cesariana.

Em nota enviada pela assessoria, a direção do HDM lamentou o ocorrido e informou que a paciente “foi vítima de um Acretismo Placentário, uma patologia rara, de difícil diagnóstico prévio e potencialmente fatal, caracterizada pela infiltração do tecido placentário na camada interna do útero”. A direção também afirma que “a paciente voltou de duas paradas cardíacas, mas na terceira a equipe tentou por uma hora e dez minutos reanimá-la, sem sucesso”. A criança sobreviveu.

Acompanhe a nota, na íntegra:

O Hospital Dom Malan/Imip de Petrolina informa que a paciente Alexsandra Gomes de Oliveira foi vítima de um Acretismo Placentário, uma patologia rara, de difícil diagnóstico prévio e potencialmente fatal, caracterizada pela infiltração do tecido placentário na camada interna do útero. A principal consequência do quadro é o risco de aumento de sangramento e choque hemorrágico.

Quanto maior a invasão da placenta no organismo da gestante, mais grave é considerado o Acretismo Placentário. No caso de Alexsandra, a placenta chegou a invadir a região da bexiga. O quadro grave, aliado às comorbidades anteriores da paciente, como placenta prévia, levaram a paciente a óbito.

A direção ressalta que de imediato todos os plantonistas foram acionados, incluindo médicos, enfermeiros e anestesistas, para iniciar as manobras necessárias, como uma histerectomia de emergência. A paciente voltou de duas paradas, mas na terceira a equipe tentou por uma hora e dez minutos reanimá-la, sem sucesso.

Em tempo, o hospital lamenta o ocorrido, solidariza-se com a família e coloca-se à disposição para maiores esclarecimentos.

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