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Itália aplica lei que afasta da escola criança que não tomou vacina

De acordo com as novas regras, crianças com idade até seis anos, sem comprovação de vacinação, serão excluídas do berçário e jardim de infância.

Na Itália, crianças foram orientadas a não comparecerem à escola a partir desta terça-feira (12) a menos que possam provar que foram adequadamente vacinadas.

O fato segue meses de debate nacional sobre a vacinação compulsória e vem na esteira de um surto de casos de sarampo no país.

Sob a chamada lei Lorenzin, batizada em homenagem à ex-ministra da Saúde Beatrice Lorenzin, que ocupou o cargo entre 2013 e 2018 e propôs a lei, as crianças devem receber uma série de imunizações obrigatórias antes de frequentar a escola. Elas incluem vacinas contra catapora, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola.

De acordo com as novas regras, crianças com idade até seis anos serão excluídas do berçário e jardim de infância sem comprovação de vacinação.

Já crianças e adolescentes que têm entre seis e 16 anos não podem ser proibidos de frequentar a escola, mas seus pais terão que pagar multa de 500 euros se não tiverem tomado todas as vacinas obrigatórias.

Valor Econômico Online/G1

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