Política

Vídeos de Renan Calheiros pedindo ‘Lula livre’ viralizam na internet

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É candidato à presidência do Senado

Nome é rejeitado por bolsonaristas

Gravações do senador Renan Calheiros (MDB-AL) apoiando a libertação do ex-presidente Lula (PT) estão sendo bastante difundidas nas redes sociais por apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL).

Os vídeos feitos em 2018 ajudaram o senador a se reeleger. Agora, são usados como tentativa de inviabilizar a eleição dele para à presidência do Senado.

Em 2 de setembro de 2018, Renan participou de uma carreata em Maragogi (AL) ao lado do então candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad.
“Nós estamos juntos com Lula, com Haddad, e Alagoas vai novamente mostrar que é possível eleger o presidente da República com grande maioria de votos”,disse Renan na gravação.

Na época, o vídeo foi publicado no perfil oficial de Lula no Facebook. Neste domingo (13.jan) viralizou em 1 grupo pró-Bolsonaro dentro da rede social.

Um bolsonarista publicou trecho da gravação no grupo “Equipe do Bolsonaro de Plantão”.

“Trabalhamos para eleger nosso Presidente @jairbolsonaro e agora deixar a sombra do PT assumir a presidência do senado seria destruir todo este trabalho. Precisamos nos levantar contra esta possibilidade. Se você votou em Jair Bolsonaro para presidente diga #RenanCalheirosNão”, escreveu o bolsonarista no Facebook.

A postagem obteve 3.446 compartilhamentos até às 15h30 desta 3ª feira (15.jan.2019).

Outro vídeo que viralizou nas redes é 1 no qual Renan defende a independência do Senado, ataca o Ministério Público e pede a libertação de Lula.

A gravação foi veiculada em abril de 2018, quando Lula foi preso, e voltou a circular essa semana em grupos pró-Bolsonaro no WhatsApp. Eis abaixo:

Eis outro vídeo, de julho de 2018, de Renan pedindo “Lula livre”:

ABAIXO-ASSINADO CONTRA RENAN

Um abaixo assinado criado pelo Instituto Mude obteve na tarde desta 3ª feira 643.577 assinaturas para que a eleição para os cargos da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e do Senado seja em votação aberta.

Renan é o postulante mais forte para o cargo, mas a votação aberta tende a prejudicá-lo. Se estendida à Câmara, também pode afetar as negociações em torno da candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Coordenador da Força-Tarefa da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol é uns dos fiadores da campanha. Dallagnol disse na última 4ª feira (9.jan) que, se Renan for presidente do Senado, não haverá avanços de leis contra a corrupção no país.

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