A secretaria não soube informar como os presos tiveram acesso aos celulares. Dois expeliram os aparelhos na própria unidade, mas o que estava com eles no estômago foi levado a um hospital local, onde passou por cirurgia. Ele permanece internado, em recuperação.
Com cerca de seis centímetros de altura, os microcelulares ficaram populares em prisões paulistas há alguns anos pela dificuldade de serem detectados. Eles são semelhantes a um controle remoto de portão automático de prédio residencial e leves como uma caneta.

