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Covid-19: Brasil registra 941 mortes desde início de pandemia

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Forças Armadas promovem ação de desinfecção no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), uma das medidas adotadas para prevenir a contaminação pelo novo coronavírus/© Marcello Casal JrAgência Brasil

País registra 17.857 casos do novo coronavírus

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) totalizou 941, segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde hoje (9). O resultado marca um aumento de 17% em relação a ontem, quando foram registrados 800 óbitos.

São Paulo concentra o maior número, com mais da metade do número de mortes (495). O estado é seguido por Rio de Janeiro (122), Pernambuco (56), Ceará (55) e Amazonas (40).

Além disso, foram registradas mortes no Paraná (22), Bahia (19), Santa Catarina (17), Minas Gerais (15), Distrito Federal (13), Maranhão (12), Rio Grande do Sul (12), Rio Grande do Norte (11), Goiás (7), Pará (sete), Paraíba (sete), Espírito Santo (seis), Piauí (seis), Sergipe (quatro), Alagoas (três), Mato Grosso do Sul (dois), Amapá (dois), Acre (dois), Mato Grosso (dois), Rondônia (dois) e Roraima (um).

Já o total de casos confirmados subiu para 17.857. O número representa um crescimento de 12% em relação a ontem, quando o balanço do Ministério da Saúde marcou 15.927.

O número de casos novos em um dia foi de 2.210, novo recorde. O maior resultado até então havia sido o total acrescido ontem, de 1.661 casos. O Brasil levou 17 dias para sair de um a 100 casos e 14 dias para ter mais 10 mil confirmados.

Perfil

No total foram 141 novas mortes entre ontem e hoje, um novo recorde. Ontem foram 133 novos óbitos, na terça haviam sido 114 e na segunda-feira, 67. No tocante ao perfil, 41% das vítimas fatais eram mulheres e 59% eram homens.

Quanto à idade, 77% tinham menos de 60 anos. Na semana passada, eram 90%. Já em relação às complicações associadas à morte, 336 dos pacientes tinham alguma cardiopatia, 240 diabetes, 82 apresentavam alguma pneumopatia e 55 apresentavam alguma condição neurológica.

Até o dia 8 de abril, foram registrados 34.905 hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país. Desse total, 3.416 foram de casos confirmados para covid-19.

Regiões

O MS passou a disponibilizar a incidência (número de casos proporcional a 100.000 habitantes) não somente em estados, mas em regiões. As com índice maior são Fortaleza (43,9), São Paulo (40,4), Manaus e Alto Rio Negro (28,1), Distrito Federal (16,9), Área Central, no Amapá (16,8) e Laguna (SC).

Na comparação por estados, os com maior incidência por 100.000 habitantes foram Amazonas (19,1), Distrito Federal (16,7), São Paulo (14,5), Ceará (14,1), Amapá (12,4) e Rio de Janeiro (11,2). Todas essas unidades da Federação pelo menos 50% acima da média nacional, que ficou em 7,5 pessoas infectadas por 100.000 habitantes.

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, e o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, durante a divulgação de boletim sobre a covid-19 – Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Testes e máscaras

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, afirmou que há 127 mil notificações para a realização de testes. Até o momento, foram encaminhados 480 mil testes rápidos e 392 mil de laboratório (RT-PCR). O secretário acrescentou que foram aplicados 92,9 mil testes para covid-19.

A intenção do governo é adquirir no total 22,9 milhões de testes. Para esse total, serão agregados exames doados por empresas, como a Petrobras e a Vale. Enquanto isso, vale o protocolo já divulgado pelo ministério.

“Não é para testar casos que não sejam internados ou por meio de vigilância sentinela. É importante que estados que estão testando fora desta estratégia evitem fazer fora desta forma”, observou Oliveira.

Já sobre a aquisição de máscaras, o secretário informou que a chegada de 40 milhões de máscaras de proteção que estava prevista para amanhã não deverá ocorrer, por problemas de burocracia. O esforço da equipe do MS é de adquirir 40 milhões por semana. Um edital será aberto para que empresas interessadas em ofertar esses insumos possam se cadastrar.

Distanciamento social

Sobre o distanciamento social, os representantes do Ministério da Saúde voltaram a defender a recomendação de modelos diferentes, o ampliado para locais com mais casos e o seletivo para locais com poucos casos e estrutura do sistema de saúde com pelo menos 50% de ociosidade.

“Locais já com sinal vermelho, que já têm aumento bastante considerável do número de casos, devemos dar a máxima atenção à questão da mobilidade social. Isso não significa que estados como Rio de Janeiro e São Paulo tenham que manter todos os municípios neste mesmo comportamento. Municípios que, sentindo-se tranquilos, tendo capacidade instalada e tendo EPIs, estão preparados para quando aumentar”, declarou o secretário executivo da pasta, José Gabbardo dos Reis.

O governo atualizou os dados em coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto. Confira a íntegra da entrevista:

Matéria ampliada às 17h53 e às 18h55

* Texto alterado às 19h06 para esclarecimendo de dados

Por Agência Brasil – Brasília

Boletim desta quinta-feira (09/04): Pernambuco tem 555 casos e 56 mortes pelo Covid-19

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Boletim da manhã de quinta-feira (09/04): Pernambuco tem 10 novas mortes e mais 154 novos casos de coronavírus. Total de infectados chega a 555

Em novo balanço divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), nesta quinta-feira (9), Pernambuco conta com 154 novos casos de coronavírus. Com isso, o Estado totaliza 555 casos confirmados da doença. Ainda foram confirmados mais 10 óbitos (4 mulheres e 6 homens, com idades entre 49 e 93 anos), ocorridos entre os dias 5 e 7 de abril. Com isso, somam 56 mortes pela Covid-19.

Assim, Pernambuco registrou novo recorde de resultados liberados da covid-19 em um único dia. Com mais 154 casos, superou o número dessa terça-feira (7), quando foram confirmados 129 casos entre a segunda e terça-feira. Sobre o recorde da terça, a SES-PE explicou que o aumento do número dos casos foi causado pela ampliação da testagem do novo vírus no Estado e que, muitos dos laboratórios privados não processam exames nos finais de semana, ou seja, muitos desses casos foram acumulados ao longo do final de semana.

O governador Paulo Câmara (PSB) endereçou aos pernambucanos o pedido de que não viajem na Semana Santa. A declaração foi dada nesta quinta-feira (9), véspera de feriado.
Por Jornal do Commercio

Remédio de piolho pode matar o novo coronavírus em 48 horas, diz estudo

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Um remédio usado comumente contra parasitas, a ivermectina, poderia ser empregado com eficácia também no combate à Covid-19. Um estudo feito na Austrália por pesquisadores da Universidade de Melbourne e do Hospital Royal Melbourne in vitro mostrou que o medicamento é capaz de matar o novo coronavírus em 48 horas.

Instituições de todo o mundo testam a eficácia de diversas drogas, já usadas para outras doenças, no combate ao novo coronavírus. Entre elas estão a cloroquina, alguns remédios usados no tratamento da aids e, agora, a ivermectina.

“Nos casos como este, de uma nova epidemia, é muito difícil criarmos uma droga inteiramente nova”, explica Fernando Bozza, infectologista da Fiocruz. “Uma das estratégias que usamos no mundo todo e tentar reposicionar alguma outra droga já conhecida Ou seja, testar sua eficácia na nova doença.”

A ivermectina é usada tradicionalmente como um remédio contra parasitas, como piolhos, mas já foi testada também contra dengue, zika, e H1N1. “Nós descobrimos que uma única dose consegue, essencialmente, remover todo o RNA viral (da covid-19) em 48 horas. Em 24 horas já há uma redução significativa”, explicou Kylie Wagstaff, principal autora do estudo.

A especialista ressaltou, no entanto, que o estudo foi feito in vitro, com células. Testes em seres humanos ainda são necessários. “A ivermectina é um remédio muito usado e considerado seguro”, disse. “Mas precisamos descobrir agora que dosagem seria mais eficaz em humanos. Este é o nosso próximo passo.”

Segundo Kylie, em uma pandemia como a atual, o uso de um remédio já conhecido e a forma mais rápida de se chegar a um tratamento eficaz. “Com não existe nenhum tratamento aprovado, se temos um composto que já está disponível em todo o mundo e se revela eficaz, isso pode ajudar as pessoas. Sendo realista, vai demorar ainda um tempo até conseguirmos uma vacina.”

Por Correio Braziliense

Brasil registra 133 mortes em um dia e total chega a 800 óbitos

O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no Brasil subiu para 15.927 e o total de mortes chega a 800. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde desta quarta-feira. No último balanço do governo, na terça-feira, o total de infectados chegava a 13.717 e 667 mortes confirmadas. Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2200 casos novos. Em relação a terça-feira, o número de casos novos aumentou 16%. Em relação às mortes, foram registradas 133 óbitos nas últimas 24 horas. Na comparação com terça-feira, o aumento foi de 19. Em uma semana, a taxa de letalidade, que é a proporção entre os casos confirmados e as mortes registradas, aumentou 42%. No dia 1º de abril, a taxa de letalidade da doença no país era 3,5%, ou seja: a cada 100 pessoas confirmadas com a doença, 3,5% morriam. Agora, a cada 100 pessoas com diagnóstico positivo para a Covid-19, 5 morreram. De terça para quarta, houve um aumento de 16% no aumento do número de casos confirmados. O índice de crescimento diário já chegou a ser maior do que 20%.

Mandetta demonstrou preocupação com o possível relaxamento nas medidas de distanciamento social, o que poderia elevar esse número. São Paulo continua sendo o estado com mais casos diagnosticados e mortes em decorrência da Covid-19: são 6.708 e 428, respectivamente. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 1.938 casos e 106 óbitos. Ceará é o terceiro estado com mais casos, com 1.291 e 43 mortes, número menor que o de Pernambuco, que tem 46 óbitos e 401 infectados. Amazonas aparece em quarto lugar, em relação à quantidade de pessoas diagnosticadas: 804 até o momento. O estado tem 30 óbitos e passou o Distrito Federal como local com maior taxa de incidência da doença no país. São 19,1 casos por 100 mil habitantes. Amazonas, DF, São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro são os estados que mais vêm preocupando o Ministério da Saúde, por terem taxas ao menos 50% superior à média nacional. Nesta quarta-feira, o Amapá também entrou na lista, ocupando a quinta posição, à frente do Rio. O Sudeste continua liderando o número de casos no país. São 9.487, o que representa 59,6% do total. Em seguida vem o Nordeste, puxado pelo Ceará. A região tem 2.825 infectados. Depois vem o Sul (1.551), o Norte (1.222) e o Centro-Oeste (842). Um em cada três mortos tinha menos de 60 anos, segundo dados de 655 dos 800 óbitos catalogados pelo Ministério da Saúde. Foram três vítimas com idade entre 6 e 19 anos, 38 na faixa de 20 a 39 anos e 112 na de 40 a 59 anos. O restante, 502 pessoas, tinham 60 anos ou mais (77% do total). Cerca de 75% dos mortos tinham comorbidades.

Confira o número de casos confirmados:
Região Norte
Acre – 54

Amazonas – 804

Amapá – 107

Pará – 167

Rondônia – 18

Roraima – 49

Tocantins – 23

Região Nordeste
Alagoas – 37

Bahia – 497

Ceará – 1291

Maranhão – 230

Paraíba – 41

Pernambuco – 401

Piauí – 31

Rio Grande do Norte – 261

Sergipe – 36

Região Sudeste
Espírito Santo – 227

Minas Gerais – 614

Rio de Janeiro – 1938

São Paulo – 6708

Região Centro-Oeste
Distrito Federal – 509

Goiás – 158

Mato Grosso do Sul – 85

Mato Grosso – 90

Região Sul
Paraná – 539

Rio Grande do Sul – 555

Santa Catarina – 457

Confira o número de mortes por estado:
Região Norte
Acre – 2

Amazonas – 30

Amapá – 2

Pará – 6

Rondônia – 1

Roraima – 1

Tocantins – 0

Região Nordeste
Alagoas – 2

Bahia – 15

Ceará – 43

Maranhão – 11

Paraíba – 4

Pernambuco – 46

Piauí – 5

Rio Grande do Norte – 11

Sergipe – 4

Região Sudeste
Espírito Santo – 6

Minas Gerais – 14

Rio de Janeiro – 106

São Paulo – 428

Região Centro-Oeste
Distrito Federal – 12

Goiás – 7

Mato Grosso do Sul – 2

Mato Grosso – 1

Região Sul
Paraná – 17

Rio Grande do Sul – 9

Santa Catarina – 15

links coronavírus 08/04

Rede Brasil de Notícias

Boletim desta quarta-feira: Brasil chega a 819 mortes e 16.170 casos confirmados de Covid

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 19h00 desta quarta-feira (8), 16.170 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 819 mortes pela Covid-19.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde desta quarta-feira (8), aponta 15.927 casos confirmados e 800 mortes.

Pernambuco registra 401 casos e 46 mortes, Amazonas chegou aos 804 casos e 30 mortes, Bahia tem 515 casos e 18 mortes, e Ceará tem 1.374 casos e 53 mortes.

Na região Sudeste, São Paulo conta 6.708 infectados e 428 mortes, o Rio de Janeiro tem quase 2 mil casos e mais de 100 mortos e Espírito Santo tem 273 casos e 6 mortes. No Sul, Santa Catarina e Paraná registram 17 mortes e o Rio Grande do Sul já tem 10.

Goiás registra sete mortes nesta quarta-feira. O Rio Grande do Norte confirmou a morte mais jovem do Brasil, de um bebê recém-nascido de cinco dias, em Natal. O Amapá passou de 51 para 107 casos em 24 horas, o Mato Grosso do Sul chegou a 85 infectados.

Por G1

Sobe para 46 óbitos causados pela Covid-19 em Pernambuco

Pernambuco tem mais 12 mortes de pacientes com coronavírus

Pernambuco confirmou laboratorialmente, até o final da manhã desta quarta-feira (8), mais 12 casos de pacientes que morreram com coronavírus. Até o momento, o estado tem 46 óbitos causados pela Covid-19, doença causada pelo novo vírus. Além disso, houve 49 novos casos confirmados, totalizando 401 ocorrências.

Os números foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). De acordo com o governo estadual, entre as 12 novas mortes, cinco são de homens e sete de mulheres. Os pacientes tinham idades entre 38 e 92 anos e ainda não há informações sobre doenças pré-existentes.

Dos 401 casos confirmados da Covid-19 em Pernambuco, 189 pacientes estão em isolamento domiciliar e outros 134 estão internados, sendo 24 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 110 em leitos de enfermaria. Outros 32 pacientes estão recuperados.

As confirmações do novo coronavírus no estado estão distribuídas em 27 municípios, dois a mais do que registrado no boletim da terça-feira (7), e em Fernando de Noronha. Também há registros de pacientes que passaram por Pernambuco, mas vieram de outros estados e outros países.

Foto: reprodução

Amupe realiza distribuição de 494 mil EPIs para rede pública de saúde

 

O material foi cedido pelo Governo do Estado e a distribuição deve começar ainda nesta terça-feira, 07/04

Cerca de 494 mil unidades de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), começaram a ser distribuídos hoje, 07/04, pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), para abastecer hospitais municipais do Estado. Os lotes, que chegaram ontem, 06/04, cedidos pelo Governo do Estado, são compostos por álcool em gel, aventais, toucas, sapatilhas, luvas, óculos cirúrgicos e máscaras que estão serão utilizados por profissionais que estão trabalhando no combate ao coronavírus.

Divididos em Gerências Estaduais de Saúde (Geres), a distribuição aos 184 municípios, segundo a Amupe, seguirá o princípio da isonomia, estabelecendo o critério da proporcionalidade populacional. A entrega dos materiais começa ainda nesta terça-feira, 07/04, com a distribuição para os municípios integrantes da Região Metropolitana do Recife, que, pela proximidade, vão enviar equipes para retirar o material na sede da Associação.

Está sendo montada uma logística de entrega especial com os municípios do interior, diretamente com cada secretário de Saúde municipal, na qual a Amupe vai entregar os equipamentos na farmácia básica de cada município sede da Geres, e o município integrante de cada gerência enviará uma equipe pré-cadastrada pela Amupe para retirar os materiais.

Para o presidente da Amupe, José Patriota “naturalmente, tendo em vista a crise mundial, os itens encaminhados são insuficientes para atender as nossas expectativas e as demandas no combate ao novo coronavírus. Só o Estado gasta, por semana, 100 mil máscaras, 150 mil pares de luvas e 50 mil aventais na linha de frente de combate a Covid-19”, explicou Patriota, que também é prefeito de Afogados da Ingazeira, no Sertão.

Atualmente, 17 municípios pernambucanos estão com casos confirmados do novo coronavírus, são eles: Recife (146 casos), Jaboatão dos Guararapes (15 casos), Olinda (11 casos), Cabo de Santo Agostinho (5 casos), Camaragibe (7 casos),, Paulista  (5 casos), São Lourenço da Mata (7 casos), Lagoa do Carro (1 caso), Paudalho (2 casos), Palmares (1 caso), Belo Jardim (1 caso), Caruaru (3 casos), Cachoeirinha (1 caso), Petrolina (2 casos), Ipubi (1 caso), Goiana (1 caso) e Aliança (1 caso).

Desde o começo da pandemia causada pela Covid-19, a Amupe tem orientado todos os municípios pernambucanos a tomarem medidas necessárias desde do ponto de vista legal, com orientações para a publicação de decretos e de planos de contingência, até ações integradas como a conscientização da população para ficar em casa.

ASCOM Amupe

Mais de 5 mil trabalhadores serão vacinados em Juazeiro-BA

 

 

 

Começou nesta terça-feira (7) e prossegue até meados do mês de maio uma campanha da Agrovale para vacinação de 5 mil trabalhadores contra a gripe Influenza A (H1N1). A vacina contém a nova composição de CEPA pandêmica (H1NI) e sazonal atualizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para o ano de 2020.  A vacinação também será disponibilizada gratuitamente para todos os trabalhadores que serão contratados pela empresa visando a safra 2020.

Acontecendo nas dependências da própria empresa, a vacinação dos trabalhadores, segundo o diretor Agrícola da Agrovale, Cid Porto Filho, preserva a saúde e garante um ambiente de trabalho saudável, seguro e produtivo. “Realizamos uma parceria com o SESI/DR/BA e fizemos um investimento de R$ 210 mil tendo em vista que a gripe é uma doença altamente contagiosa que atinge em média, 10% dos adultos”, ressaltou o diretor, lembrando ainda que a vacinação tem uma eficácia de até 95% no combate à doença.

 

Covid – 19  

A Agrovale, em atendimento às orientações do Ministério da Saúde, vem tomando os cuidados necessários para a proteção e o bem-estar dos trabalhadores, com a adoção de uma série de medidas preventivas no combate à pandemia do Coronavírus (Covid-19). A primeira iniciativa foi o afastamento das atividades dos empregados que se enquadram no grupo de risco: pessoas acima de 60 anos de idade, gestantes, portadores de doenças crônicas.

Para evitar aglomerações, a empresa está limitando o número de trabalhadores em áreas como o restaurante e vestiários. Nestes espaços e também no acesso ao registro de ponto, foram feitas marcações nos pisos a fim de que se mantenha a necessária distância entre as pessoas.

Desde o início da pandemia a Agrovale está efetuando, de forma rigorosa, a higienização de áreas comuns, incluindo os ônibus, com substâncias desinfetantes, além da distribuição de álcool em gel em diversos pontos da empresa. Outras iniciativas que também vem obtendo bons resultados são as palestras educativas e de

conscientização com a distribuição de panfletos contendo orientações para enfrentamento ao Covid – 19.

Campanha Abril Amarelo do HCP alerta para um tipo de câncer com alta mortalidade entre crianças, adolescentes e idosos

 

Apesar da pandemia do Coronavírus (Covid-19), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) não poderia deixar de falar sobre um importante tema, o câncer ósseo. Mesmo raro, representando cerca de 2% do total de cânceres diagnosticados, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer ósseo possui um alto índice de mortalidade entre crianças, adolescentes e idosos. Criado pelo serviço de ortopedia do HCP, a campanha Abril Amarelo chega ao seu 6° ano com o objetivo de alertar sobre essa perigosa doença. Mais informações podem ser conferidas no site hcp.org.br/abrilamarelo ou pelas redes sociais facebook e intagram @sigahcp.

O câncer ósseo é um tumor maligno formado pela multiplicação desordenada das células que compõem o tecido ósseo e acomete qualquer parte do osso, na maioria dos casos os ossos longos, como braços, coluna, coxa e bacia. “Não existe prevenção para esse tipo de câncer. Porém, o diagnóstico precoce está totalmente relacionado com a cura e menores riscos de amputação”, explica o coordenador científico do serviço de ortopedia do HCP, Marcelo Souza. Para isso, é preciso ficar atento aos sintomas como a dor intensa, com aparecimento maior à noite ou ao se mexer; inchaço nas articulações, com presença de nódulos; ossos que se quebram facilmente, febre, perda de peso sem razão aparente e cansaço.

Existem alguns tipos de câncer ósseo, definidos de acordo com sua localização. São eles: osteossarcoma, o sarcoma de Ewing e o condrossarcoma – os mais comuns. Os dois primeiros, mais agressivos, são encontrados em crianças e adolescentes, especialmente na área ao redor do joelho. O condrossarcoma, por sua vez, é comum em adultos e costuma atingir a área da bacia. Adultos e idosos, no entanto, são mais acometidos por tumores metastáticos, ou seja, que são oriundos de outros tipos de câncer.

Descobrir precocemente, assim como as condições gerais do paciente também indica o tratamento adequado, podendo ser a cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação delas.

Sobre o HCP: O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes.

Por Camyla Nóbrega

Municípios de PE recebem orientação do Plano de Contingência da Assistência Social

Para auxiliar os municípios no cumprimento das exigências legais dos órgãos de controle, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) criou um documento norteador para as cidades pernambucanas formularem seus Planos de Contingência no âmbito da assistência social. O objetivo é que haja uma atuação específica nos serviços socioassistenciais durante a prevenção ao novo coronavírus. A minuta da proposta foi enviada aos gestores com orientações de como as redes municipais devem pontuar as providências que precisam adotar para minimizar as consequências sociais do contágio à doença e a atuação dos serviços durante o período de isolamento social.

De acordo com o secretário da SDSCJ, Sileno Guedes, o Plano possibilita que as cidades executem ações mais assertivas e possam agir em conjunto com as determinações e orientações do Estado. “Nesse momento, uma atuação integrada e coordenada entre município, Estado e Governo Federal é o que vai ajudar a conter o vírus e as consequências que a doença vai gerar durante quarentena e quando o isolamento chegar ao fim”, afirma.

Cada município pode estabelecer as intervenções que considerar importante para execução da Política de Assistência Social, mas o secretário executivo de Assistência Social do Estado, Joelson Rodrigues, explica que existem itens importantes a serem observados no planejamento. “É essencial que os gestores pontuem as ações com outras secretarias e outros órgãos de combate ao coronavírus e realizem um diagnóstico socioassistencial para identificar as pessoas em situação de vulnerabilidades no território, além de participar de comitês de enfrentamento ao vírus. A ideia é que sejam construídos procedimentos alternativos para o funcionamento de serviços essenciais e métodos de atuação socioassistencial”, destaca.

Dentre as ofertas de serviços, programas, projetos e benefícios no âmbito da assistência social ressaltados na minuta, estão a necessidade de indicar os fluxos e quais situações prioritárias serão acompanhadas nos serviços, quais devem ser por meio de visita domiciliar e quais serão acompanhadas remotamente; a divulgação das orientações sobre o 13º do Bolsa Família executado pelo Governo estadual; a identificação, diagnóstico social e monitoramento dos locais de concentração e do perfil da população em situação de rua do município e disponibilização de espaços para banho, higiene pessoal e cuidados básicos para o grupo; além da utilização das cozinhas comunitárias ou outros equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional para atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social do município.

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