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‘Morra quem morrer’: Prefeito de cidade na Bahia anuncia reabertura do comércio, VEJA VÍDEO

O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, causou polêmica ao confirmar a flexibilização do comércio do município, localizado no sul da Bahia, para a próxima semana. Em vídeo que circula nas redes sociais, o gestor afirma que autorizará que estabelecimentos comercias abram as portas a partir da próxima quinta-feira (9), “morra quem morrer”. Vídeo abaixo:

“Primeiro lutar pela vida, a vida é uma só. Morrer acabou. Não tem fortuna, não tem pobreza, não tem falência, não tem nada. Não posso abrir uma coisa que não tenho cobertura. Na dúvida, com os nossos morrendo por causa de um leito em Itabuna, vou transferir essa abertura. No dia 8, mandei já fazer o decreto, que no dia 9 abre morra quem morrer”, disse o prefeito.

A prefeitura de Itabuna afirmou que o prefeito foi mal interpretado e que está contrariado com a situação do comércio de Itabuna. Estima-se que mais de 40 estabelecimentos do município não conseguirão voltar a funcionar após a pandemia.

Na última semana, a previsão da prefeitura de Itabuna era colocar em prática a flexibilização das atividades comerciais a partir de 1º de julho. Porém, a reabertura foi adiada, já que o município registra 100% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com a Covid-19.

Existe a expectativa de abertura de dez novos leitos de UTI no Hospital de Base de Itabuna nos próximos dias.

A prefeitura de Itabuna também chegou a anunciar a flexibilização das atividades comerciais no início de junho, mas desistiu após uma recomendação do Ministério Público estadual (MP-BA). Os estabelecimentos não comerciais do município estão fechados desde março, quando os primeiros casos de coronavírus foram registrados.

Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do estado (Sesab), Itabuna possui 2.637 casos confirmados de coronavírus, com 58 mortes em decorrência da doença.

Por G1 BA

Cantor Leonardo tranquiliza após carro com filhos e sobrinho cair em rio

O cantor Leonardo tranquilizou seus fãs na madrugada desta quinta-feira (2) ao postar um vídeo nas redes sociais falando sobre o acidente de carro sofrido por seus filhos João Guilherme e Matheus Vargas e o sobrinho Leandrinho, filho do cantor Leandro, na noite da última terça-feira (30).

Ao lado dos três e do filho Zé Felipe, o cantor explicou o que aconteceu e garantiu estar tudo bem com todos os envolvidos.

“Eles estavam vindo para a fazenda ontem à noite. Tem 50km de estrada de terra. A estrada está muito boa, mas as pontes são aquelas feitas de madeira feitas há 100 anos atrás. O motorista por ser um cara de cidade, de asfalto, passou direto na poeira dos caminhões que estava passando… Na poeira ele passou direto e caiu dentro do córrego”, contou o cantor.

Inicialmente, foi reportado apenas a presença de João, Matheus e o motorista no carro, mas Leonardo confirmou que Leandrinho também estava com eles.

Depois do acidente, eles foram socorridos por caminhoneiros e levados para um posto de saúde na região. Todos passam bem e apenas Leandrinho teve uma leve lesão no pulso.

Leia na íntegra:

“Como vocês já viram um acidente que teve com os meninos. O Zé Felipe não estava. Estava o Matheus, o Leandrinho, meu sobrinho, filho do Leandro, e o João Guilherme e o Tita, o motorista. Eles estavam vindo para a fazenda ontem à noite. Tem 50km de estrada de terra. A estrada está muito boa, mas as pontes são aquelas feitas de madeira feitas há 100 anos atrás. O motorista por ser um cara de cidade, de asfalto, passou direto na poeira dos caminhões que estava passando… Na poeira ele passou direto e caiu dentro do córrego. para a felicidade de todos nós o córrego estava com pouca água. Eles caíram de uma altura de 10 metros, bateu e virou com as quatro rodas pra cima. graças a deus os caminheiros ajudaram eles a sair do carro. Só o Leandrinho que teve uma luxação no pulso, mas está tudo certo”

 

G1

Em conversa com apoiadores, Presidente Jair Bolsonaro chora emocionado e faz desabafo [assista ao vídeo]

Em conversa com apoiadores o presidente Jair Bolsonaro chorou, se emocionou e fez desafafo (assista).

Informação e Vídeo: Canal You-Tub Foco Brasil

Carlos, Flávio e Eduardo: os filhos de Bolsonaro no banco de réus

O presidente Jair Bolsonaro não poderia ter notícia pior: os três filhos dele, Flávio, Carlos e Eduardo, estão no banco de réus. Todos estão sob investigação da Justiça, o que dará muita dor de cabeça ao governo. Não se descarta que, em algum momento, pelo menos um deles venha a ser preso. Vereador pelo Rio de Janeiro, Carlos está sendo investigado pela contratação de funcionários fantasmas em seu gabinete. Como ele perdeu o foro privilegiado, o processo, agora, está tramitando em primeira instância, que costuma ser bem rigorosa em casos como o dele. Flávio, hoje senador, é peça central no inquérito que apura o sistema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, quando ele era deputado. Ex-assessor dele, Fabrício Queiroz está preso e a mulher dele, foragida da Justiça. Segundo o Ministério Público, Flávio chefiaria uma “organização criminosa”. Eduardo, por sua vez, virou alvo do procurador-geral da República, Augusto Aras, que determinou a abertura de “notícia de fato” para saber se o deputado federal violou a Lei de Segurança Nacional em declarações que fez pela internet. Aras apura se o parlamentar cometeu crime de “subversão da ordem democrática”. Com os três filhos na mira da Justiça, Bolsonaro baixou totalmente o tom contra o Judiciário e o Congresso. Nos últimos dias, por sinal, emitiu sinais de paz aos dois Poderes , pois sabe que as consequências de um embate poderão resultar em um estrago em seu mandato. O próprio presidente é alvo de processos. Bolsonaro deverá ser ouvido, em breve, pela Polícia Federal no inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal que investiga se ele tentou interferir na corporação, conforme denúncias do ex-ministro Sergio Moro. Bolsonaro também está na linha de tiro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu reabrir dois processos que tratam de denúncias contra a chapa que o elegeu. No total, oito processos contra Bolsonaro e seu vice, o general Hamilton Mourão, estão correndo no TSE, quatro deles, com informações robustas sobre disparo em massa de fake news pelo WathsApp. (CB)

Confira as Manchetes dos Jornais dessa quinta-feira (02)

A Tarde
Bahia tem 3.178 novos casos de covid e 49 óbitos nas últimas 24 horas

Correio da Bahia
Detenta morre após incêndio em cela de delegacia na Bahia

Tribuna da Bahia
Sesab diz que não há irregularidades em contrato questionado por Ministério Público

O Globo
Ministério da Saúde diz que mortes chegaram a ‘platô’, mas aumento de casos preocupa

O Dia
Academias, estúdios de tatuagem, restaurantes e bares estão liberados a partir desta quinta no RJ

Extra
Câmara aprova em dois turnos proposta que adia eleições para novembro

Folha de São Paulo
Brasil registra 1.057 novas mortes no dia em que chegou aos 60 mil óbitos

O Estado de São Paulo
Celso de Mello estica por mais 30 dias inquérito sobre suposta interferência na PF

Correio Braziliense
Fraudadores do auxílio emergencial terão de se explicar ao Ministério Público Federal

Valor Econômico
Pela 1ª vez desde o início da pandemia, EUA passam de 50 mil infectados por dia

Estado de Minas
Bolsonaro e os filhos problemas: Carlos, Flávio e Eduardo são investigados

Jornal do Commercio
Caso Miguel: Sarí é indiciada por abandono de incapaz e pode pegar de 4 a 12 anos de reclusão

Diário do Nordeste
Vacina experimental para Covid-19 mostra resultados positivos

Diário do Nordeste
Beltrame deixa Conselho de Secretários da Saúde e acusa ministério de omissão

Auxílio emergencial foi pago a 17 mil mortos, diz auditoria do TCU

Uma primeira triagem do TCU (Tribunal de Contas da União) no auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal identificou 17 mil mortos entre os beneficiários. A ajuda é paga a informais durante a pandemia.

De acordo com a apuração da corte, ao menos 620 mil pagamentos foram feitos indevidamente até abril, no valor total de R$ 427,3 milhões. Os recursos gastos com mortos chega a R$ 11 milhões.

O levantamento consta de auditoria preliminar feita pelos técnicos do TCU. Os resultados foram enviados aos ministros da corte, que nesta quarta (1º) irão julgar o relatório.

O documento foi apresentado pelo ministro Bruno Dantas e apresenta as irregularidades no auxílio. A reportagem teve acesso ao documento.

Os estados onde mais mortos receberam a ajuda foi São Paulo (2.674), seguido de Minas (1.761), Ceará (1.512), Bahia (1.358), Pernambuco (1.308) e Maranhão (1.299). Os seis estados concentraram 58% (R$ 6,4 milhões) dos pagamentos a mortos no país.

Nesta terça-feira (30), o governo anunciou o pagamento do auxílio por mais dois meses. Serão distribuídos R$ 1.200 por beneficiário, mas não foram divulgados calendário e forma de pagamento.

Além dos casos de óbitos, os auditores também identificaram o recebimento de R$ 97,7 milhões por 134,2 mil servidores (federais, estaduais e municipais), embora tenham estabilidade de emprego e não sofreram cortes de jornada e salário.

Aposentados pelo INSS também ganharam recursos do governo –221,3 mil receberam R$ 141,6 milhões.

Há ainda irregularidades envolvendo presos e trabalhadores com renda acima do teto definido pela medida que estabeleceu parâmetros para o socorro financeiro, dentre outros.

As inconsistências foram detectadas depois de extenso cruzamento com bases de dados do governo.

Foram consultados, por exemplo, os cadastros do Caged (Ministério do Trabalho), da Receita Federal (inscrições comerciais e quadros societários), de agentes políticos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do Detran (Departamento Nacional de Trânsito).
Como os cruzamentos com outras bases ainda estão em andamento, os números apresentados são parciais.

No julgamento, Dantas deverá recomendar ao tribunal que esses valores sejam devolvidos ao erário por meio de uma ação conjunta entre Ministério da Economia e da Cidadania, que mais concentram esforços no auxílio emergencial.

A proposta de Dantas é que escapem da devolução somente aqueles que comprovarem terem sido alvo de fraudes ou que, ao contrário, têm direito a receber o recurso.

Segundo o relatório da área técnica, os valores pagos indevidamente podem chegar a R$ 1,3 bilhão caso não sejam interrompidos imediatamente.

Diante das graves irregularidades, assessores de Dantas dizem ainda que o ministro considera enviar os “casos mais escandalosos” ao MPF (Ministério Público Federal) para que os beneficiários sejam processados criminalmente.

Há, por exemplo, aposentados da Justiça Federal e do BC na lista do socorro do governo com aposentadorias de R$ 25 mil e R$ 50 mil por mês.

O relatório do TCU será enviado ao Congresso e à Casa Civil do Palácio do Planalto.
O monitoramento do auxílio emergencial é uma das medidas adotadas pelo TCU para verificar os gastos públicos durante a pandemia.

Segundo o TCU, conforme informações consolidadas de abril, foram pagos, somente no primeiro mês de vigência do socorro do governo, R$ 35,8 bilhões a 50,2 milhões de beneficiários. Em 2019, só com o Bolsa Família, foram gastos R$ 32,5 bilhões.

Em maio, em maio de 2020, foram pagos R$ 41 bilhões a 58,5 milhões de beneficiários, considerando pagamentos da primeira e segunda parcelas.

Um desses relatórios de monitoramento já havia apontado que cerca de 8,1 milhões de pessoas poderiam ter recebido indevidamente o auxílio emergencial, por erro de inclusão. Outros 2,3 milhões poderiam ter tido o auxílio emergencial negado indevidamente, por erro de exclusão.

Além dos problemas com os pagamentos, o TCU também apontou “falta de diretriz” do governo nas despesas com saúde por causa, principalmente, da inexistência de coordenação das ações federais com a dos governadores. (Via: Agência Brasil)

Previsão do CLIMATEMPO no Nordeste para esta quinta-feira (02)

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Assista o vídeo:

Queiroz diz a advogado que não pretende fazer delação

“Doutor, eu não quero delatar e não tenho o que delatar”, afirmou Queiroz ao defensor, de acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Catta Preta, assim como outros advogados da área penal, é contra acordos de delação, por acreditarem que suprime as possibilidades de defesa.

Queiroz está preso em razão das suspeitas de que integra um esquema de rachadinha montado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ele seria responsável por recolher os repasses feitos por servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro. Ele nega as acusações e diz que os valor de R$ 1,2 milhão depositados na conta do senador se referem a venda de automóveis.

A possibilidade dele firmar um acordo de delação foi ventilado nesta semana. Em troca, ele quer proteção para sua família.

Denúncia

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou nesta quarta-feira (1) o deputado Márcio Pacheco, do PSC. Ele é acusado de envolvimento no mesmo esquema de rachadinha de Flávio Bolsonaro.

Pacheco é o primeiro parlamentar a ser denunciado no âmbito das investigações. Ele é ex-líder do governo de Wilson Witzel na Alerj. Ele é acusado de movimentar R$ 25 milhões do salário de assessores.

Por Correio Braziliense

‘Ciclone bomba’: sobe para 10 o número de mortes em Santa Catarina (vídeo)

Subiu para 10 o número de mortes causadas pelo fenômeno climático conhecido como “ciclone bomba” no Sul do país – nove mortes foram registradas em Santa Catarina e uma pessoa segue desaparecida no estado. Já no Rio Grande do Sul, um homem morreu soterrado.

Durante a madrugada desta quarta-feira (1º), os ventos chegaram a 90 km/h. Conforme o monitoramento da Celesc, 580 mil imóveis permaneciam sem luz até as 13h30. Na terça-feira (30), a ventania causada pelo fenômeno e tempestades provocaram estragos em todas as regiões.

Assista ao vídeo, acima

Por G1 SC

Bolsonaro oficializa mais duas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600

Mensalidades adicionais do benefício emergencial pago a informais, desempregados e autônomos terão o valor de R$ 600

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (30) o decreto que oficializa o pagamento de mais duas parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial a trabalhadores informais, desempregados e autônomos afetados pela pandemia do novo coronavírus. Os valores das mensalidades adicionais serão escalonados em três pagamentos no período de dois meses.

“É um dinheiro que não é meu, mas de todos os brasileiros que pagam impostos. Isso só foi possível pelo trabalho do ministro [da Economia], Paulo Guedes, e pelo parlamento brasileiro, que votou rapidamente a matéria”, afirmou Bolsonaro.

De acordo com o presidente, os pagamentos não são apenas para deixar a economia viva, mas para dar o sustento aos mais carentes. “Nós que estamos aqui presentes sabemos que R$ 600 é muito pouco, mas para quem não tem nada, é muito”, observou.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni disse que o pagamento do auxílio emergencial só foi possível devido ao trabalho desenvolvido pelo governo em 2020.

“Imagina 2020 com essa pandemia sem que estivéssemos colocados o País nos trilhos”, disse Lorenzoni ao classificar como “uma tragédia” a gestão dos governos de esquerda no Brasil.

Lorenzoni ainda lembrou que 25 milhões foram encontrados devido ao pagamento do benefício. “Chegamos a 65 milhões de pessoas”, destacou o chefe do Ministério da Cidadania. “Nenhum brasileiro fica para trás quando o chefe da nação é Jair Bolsonaro”, completou ele.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, revela que tinha conhecimento de que o valor inicial proposto seria elevado pelo Congresso. Ao final da proposta, ele conta que identificou a viabilidade do pagamento de R$ 600, valor que atendia também ao interesse de Bolsonaro.

Valedoitaúnas/Informações R7

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