Em plena campanha de combate ao Aedes Aegypti, mosquito que transmite dengue, Zika vírus e chikungunya, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recebe constantemente comunicados de diversas gestões municipais do país que, por meio de boas práticas, conseguiram reduzir o índice de incidência e infestação do inseto. A CNM, agora, cumpre com o seu papel de divulgar as ações para servirem como exemplo e espelho para outras localidades. Veja abaixo os casos dos Municípios de Capitão Andrade, em Minas Gerais, e Paranaíta, no Mato Grosso.
De acordo com a Prefeitura de Capitão Andrade, cerca de R$ 14 mil do orçamento foi aplicado nas iniciativas, sendo que, do montante, R$ 800,00 foram para publicidade e R$ 13,2 mil em ações de vigilância. Também procurou-se fazer divulgação da campanha no facebook do Município e palestras ministradas pelos profissionais de saúde nos dias de marcação de consulta nos postos e dentro das vans que transportam os pacientes.Além de uma população mais informada, como resultado, o Município mineiro conseguiu deixar 3 mil metros quadrados de terrenos limpos e livres de focos, 1,5 toneladas de materiais que acumulam água retirados da área urbana e devidamente colocados na usina de triagem e compostagem de lixo.
Redução de larvas
O Município de Paranaíta informou à CNM que conseguiu reduzir drasticamente, no mês de janeiro, o número de larvas positivas encontradas do mosquito Aedes aegypti. Para tanto, mais de uma dezena de atividades foram postas em prática. Entre elas, a gestão reativou o Comitê de Combate à Dengue, o qual promoveu palestras na Câmara de Vereadores sobre o assunto.Ainda contratou quatro agentes de vigilância Ambiental, garantiu inspeções e tratamento em, pelo menos, 90% dos imóveis da cidade e formou uma equipe exclusiva de levantamento de índice, tratamento e borrifação.
Também procurou conscientizar a população para o combate ao mosquito com distribuição de folderes e cartazes informativos, apresentação de teatro de rua educativo, confecção de camisetas, aumento de número de pontos estratégicos, entre outras coisas. Ao todo, a Prefeitura gastou cerca de R$ 20 mil com ações de vigilância em Saúde.

