O medo da reprovação pela opinião dos outros se manifesta de diversas maneiras: dificuldades em expressar opiniões, medo de fazer perguntas em público, dificuldades em pedir informações, necessidade de agradar os outros, dificuldades em impor limites e dizer não, medo das críticas, preocupação excessiva com a aparência, desconforto ao ficar no centro das atenções, levar tudo para o lado pessoal, e etc…
Se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia, já diz “o velho ditado”. Se você for procurar agradar todo mundo, mesmo morto, ainda sim vai existir alguém que fale mal de você.
Tem pessoas que vão te achar o máximo, enquanto outras vão te achar sem tanto valor assim. Portanto, o que as pessoas pensam a seu respeito não é da sua conta. A forma como você se vê, será a forma como as pessoas irão te ver também e não vai ser possível agradar todo mundo. Mas faça o possível para chegar perto. Se você se amar, se respeitar e se valorizar e acima de tudo ser você, fará diferença no mundo e principalmente para você.
Não se importe com o que as pessoas pensam ou dizem a seu respeito. A mente humana é complexa demais para ser entendida, ou até mesmo, explicada. Todos têm o direito de pensar e dizer o que querem; é lei, tanto federal, quanto natural; o que os outros vão achar isso já é problema deles, não seu. Viva sua vida; não como você acha que deve viver, seguindo conceitos, e sim como você achar melhor e mais confortável.
Se você errar, não se preocupe. Se você decepcionar alguém, não se preocupe também. As pessoas que te amam de verdade, que te consideram, que te veem como você é, irão te perdoar, irão estar lá com você, irão estar lá para você.
Gandhi já dizia:
Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito. Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é. Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida. Não julgue para não ser julgado. Um covarde é incapaz de demonstrar amor – isso é privilégio dos corajosos.
A todos os meus amigos, votos de Boas Festas.
Repensem 2015 e se renovem em 2016.
Um abraço. – Thomaz Caspary

