O debate político em Pernambuco subiu o tom e o motivo é grave: uma investigação autorizada pelo
STF coloca a Polícia Federal na cola do governo estadual por suspeita de espionagem, perseguição e intimidação de adversários políticos.
O estopim foi a denúncia de que o primeiro escalão do prefeito João Campos estava sendo monitorado de forma ilegal por setores da segurança pública do Estado. Mas a lista de supostos alvos do Palácio não para por ai: o presidente da Alepe, Álvaro Porto, a deputada Dani Portela e até a delegada Natasha Dolci já denunciaram táticas de intimidação, dossiês e violação de intimidade.
Usar a máquina pública e a estrutura de inteligência para vigiar e desgastar opositores não é apenas um escândalo político, é uma afronta gravíssima às instituições democráticas de Pernambuco.
A “arapongagem” virou o principal método de sobrevivência política do Governo do Estado!
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