Vivemos em uma sociedade “rotuladora” onde você é aquilo que você possui. Uma impressionante inversão de valores sufoca os seres humanos dia após dia. O bom senso de humanidade está em desuso ultimamente!
Uma sociedade que diz que o dinheiro é mais importante que o caráter, uma sociedade que diz que não importa como e não importa a quem machuque você precisa chegar onde quer doa a quem doer.
Essa mesma sociedade que rotula pelo peso, pela altura, pela cor, pela descendência, pela origem, pelo idioma, pela nacionalidade, pelos recursos financeiros. Essa mesma sociedade fere também aqueles que escolhem segui-la.
Sim, essa sociedade não poupa ninguém, mas parece que as pessoas só enchergam aquilo que querem.
Aquele velho ditado bíblico de quem planta, colhe, parece não surtir efeito nenhum sobre os rotuladores.
Cada um corre por si e pelos seus próprios desejos e ambições. Um mundo de maldades, onde o amor ao próximo fica no segundo plano. Se é que ainda podemos dizer que ele existe! Mas sim, ele existe. Porém, raro de se encontrar…
Como amar o próximo sem que esse próximo te ofereça algo em troca? Como fazer o bem a quem mal pode lhe oferecer um abraço?
Uma sociedade alienada, corrompida e mergulhada em banalidades, futilidades e superficialidades. E não, não excluo nenhuma instituição desses contexto, pois onde há grupos é onde encontramos os rótulos, as superficialidades e os interessem próprios.
Onde deveríamos encontrar amor, encontramos diferenças e divisões. E algumas pessoas entenderam bem o que digo!
Os números hoje são mais importantes que o bem estar do próximo, as curtidas, os seguidores, o fã clube. Prioridades que deveriam ser colocadas em primeiro lugar, são facilmente substituídas por coisas que não façam absolutamente diferença nenhuma em nossas vidas!
E quando morremos, deixamos tudo pra trás. Os números ficam, e lá no final da vida, só restam mesmo aquele pequeno número de amigos e familiares sinceros para chorar a sua partida.
Precisamos rever, repensar nossos conceitos. Porque podemos sim fazer uma grande diferença, talvez sozinhos não temos grande força para mudar o mundo, mas em escala já conseguiremos ver grande diferença.
“Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência precisamos de amor e doçura. Sem essas virtudes a vida será de violência e tudo estará perdido”
( Charles Chaplin)
Pense que o mundo não é só o globo num todo, mas o mundo é tudo aquilo que te cerca diariamente. Sua casa, seus vizinhos, seus colegas de trabalho. Esse é o mundo que você deve se esforçar para mudar.
Uma atitude diária, acredite, faz toda diferença. A bondade contagia, o amor supera, um sorriso conquista e quebra a raiva nos corações!
Mesmo que a sociedade continue rotulando pelos vários motivos que só ela entende, nós os que nos dispormos a fazer a diferença não vamos olhar para ela. Mas sim, seguir em frente!
Não importa que digam que o ideal é vestir 36, se você veste 44! Sinta-se única e especial vestindo 44.
Isso é apenas um parâmetro do que a “sociedade” diz ser o ideal, mas é aí? Quem deu a eles a autoridade pra escolher o que é ideal? Não somos obrigados a viver como cordeirinhos seguindo rumo ao mesmo ideal. Nademos contra a maré, vamos desbravar os caminhos nunca trilhados. Vamos mostrar ao mundo que está cego que existe sim uma saída!
Deixo aqui um pensamento famoso, e gostaria que refletissem nessa pequena frase
“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
(Martin Luther King)
Ps.: Recomendo a leitura do livro “Os Xulingos”
Fonte: http://blogsurtadas.blogspot.com.br/



